terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Novas licenças de pesca - Portaria 14/2014


 
Nos termos previstos na Portaria 14/2014, de 23 de janeiro, a DGRM desenvolveu uma solução que permite, desde 15 de Janeiro, a desmaterialização das licenças de pesca lúdica.
Assim, a partir dessa data, os titulares de licenças de pesca lúdica já não necessitam de se fazer acompanhar de qualquer licença em suporte papel para poderem exercer a actividade dado que a licença passará a ser constituída por um registo na base de dados da DGRM, consultável por SMS a todo o momento, por parte das entidades com responsabilidades de fiscalização e por parte dos próprios licenciados.
As licenças de pesca lúdica podem ser emitidas a partir do multibanco, no balcão da DGRM, em Lisboa, nos balcões das Direções Regionais da Agricultura e Pescas do Norte (DRAP Norte), Centro (DRAP Centro), Lisboa e Vale do Tejo (DRAP LxVT), Alentejo (DRAP Alentejo) e Algarve (DRAP Algarve), podendo, ainda, ser solicitadas através de e-mail para o endereço pesca.ludica@dgrm.mam.gov.pt


Apesar de o registo do número de telemóvel apenas ser obrigatório nas licenças emitidas a partir do multibanco, aconselha-se a que este seja sempre indicado aquando da solicitação das licenças pelas restantes vias de modo a que o pescador lúdico possa beneficiar das vantagens do sistema implementado, nomeadamente da possibilidade de receção dos alertas de fim de validade da licença e dos avisos e informações relevantes, que serão enviados por SMS.
Os titulares de licença de pesca lúdica que tenham registado o número de telemóvel podem consultar os dados da respetiva licença (nº de licença, nº de identificação civil associado, tipo e validade da licença) através de sms, bastando para tal enviar uma mensagem do telemóvel registado na licença, com o texto UPLUD, para o n º 925507447.









segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Tempos difíceis … os primeiros do ano .

Mais uma pesca combinada entre amigos fomos experimentar a zona de Oeiras, o mar tem estado muito grande e os períodos das vagas enormes, tentamos o estuário do Tejo onde cada vez mais se apanham bons e muita diversidade de peixe. Saí de casa mais o Amigo Duarte e combinamos encontrar – nos com mais dois amigos num spot onde iríamos fazer uma bóia até estarmos todos.A maré já ia na 3 hora da vazante e a noite estava fria o vento soprava com força dificultando os lançamentos.




Eu já estava irritado com a situação pois estiveram 5 ou 6 dia bons sem vento e mar bom, logo hoje que resolvi vir á pesca é que a situação piora ….Com o passar do tempo a coisa não estava a correr nada bem, já tinha perdido 2 bóias, 3 ou 4 anzóis, um novelo na linha …. estava ao rubro. O Duarte nem falava tentando manter a bóia longe das pedras e peixe que é bom, nada. Por motivos imprevistos os outros 2 amigos não puderam ir ter connosco então mudamos de local, para outro mais abrigado e mais fundo visto que a maré estava já vazia. Já no novo pesqueiro tivemos que ter cuidado com os banhos públicos, já que o mar estava de enchi-os , viam 4 ou 5 ondas grandes depois era meia hora de calmaria.

Neste pesqueiro mudamos de técnica , chumbadinha . Canas montadas ,chumbadas a correr , anzóis iscados e lá vai bomba……..!!!!



O Duarte passado 20 minutos saca o primeiro sargo – Nada mal , disse eu, de seguida outro , estava com a mão quente ! Eu entretanto ferro uma boa Baila /Varia – Já desgradei !! E com o virar da maré o peixe colaborou , apanhamos uns bons sargos e um robalo . E como apareceu de repente o peixe depressa se foi .



 Agora esperamos que o mar deixe pescar .

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Fateixas Team - Report, Vega FC Akada

O Fateixas Team com patrocinio da VEGA  foi experimentar o fio FC AKADA  eis a report:





O fluorocarbono é conhecido pela sua reduzidíssima visibilidade na água; mas muitos pescadores, principalmente os adeptos do nylon, hesitam em investir neste tipo de linha — a rigidez que a torna tão sensível aos toques é a mesma que torna difícil, com muitos modelos, dar nós perfeitos.
Por isso o mercado criou os nylons revestidos, que pretendem reunir o melhor de cada uma destas linhas. Um dos melhores exemplos é o Akada FC (de «fluorocarbon coated»), uma das propostas de maior sucesso da Vega nos últimos anos.





Quem o conhece muito bem é João Oliveira, autor do blog Fateixas Team e praticante fervoroso da pesca de mar, que, ao fim de uma série de jornadas de pesca à chumbadinha que efectuou, recentemente, disse a respeito do Akada FC:


«É um fio que se recomenda pela sua fiabilidade. Resistente e maneável, uma vez que o spot onde foi testado era cheio de pedras e aguentou bem sempre que batia nelas».
«A medida que experimentei, o 0.28 mm, na técnica de chumbadinha, cumpriu bem o seu desempenho. Na ferragem foi sempre preciso e eficaz», acrescentaria.
A chumbadinha é uma técnica exigente para os fios, aos quais não basta ter resistência contra a abrasão provocada pelas rochas.
É que, normalmente, são usadas pequenas chumbadas furadas, para poderem correr pelo estralho — assim, o peixe, ao picar, não sente pressão na linha, pensando assim que o isco está livre. Por isso um fio para terminais de chumbadinha também tem de ser praticamente invisível, o que o revestimento deste Akada FC garante.
Adicionalmente, um fio para chumbadinha também tem de superar a dificuldade com os nós que muitos fluorocarbonos normais apresentam, algo em que esta proposta da Vega não teve problemas, segundo João Oliveira, que informou que «quanto aos empates, o Akada FC, como é macio, desliza bem nos nós»."

O Nosso obrigado á VEGA por nos deixar experimentar o material deles, o que é sempre bom haver uma relação entre pescador e as varias marcas de pesca para haver um feedback do material.
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